2º Encontro Mensal da ALATS São Paulo

O 2º encontro mensal da ALATS em São Paulo terá como tema, algo que gera bastante discussão e que muita gente se descabela na hora de fazer: Estimativas.

E nesse encontro teremos a oportunidade de tirar as nossas dúvidas com uma especialista no assunto, a Cristiane Pelossi Genovese Barroso, CFPS – Certified Function Point Specialist.

E é claro que eu não vou perder essa oportunidade. 🙂

Segue abaixo, mais dados sobre o evento, recebidos por e-mail:

A Diretoria Regional da ALATS em São Paulo convida para o seu 2º Encontro Mensal.

Objetivo: Aumentar o contato entre profissionais da área de Teste de Software e Garantia da Qualidade, bem como estimular a troca de conhecimentos, experiências e práticas de sucesso.

Tema do Encontro: Estimativas

Agenda:
18:30 Credenciamento e Networking entre os Participantes
19:00 Estimativa do Tamanho do Software através da APF
20:00 Coffee break e Networking
20:30 Estimativa do Esforço de Teste através da APT
21:00 Outras Formas de Estimar
21:30 Espaço aberto para discussão de temas da ALATS e da comunidade de Qualidade de Software em geral
22:00 Encerramento

Conteúdo da Palestra
· Estimativa do Tamanho do Software através da Análise de Pontos de Função (APF), por Cristiane Pelossi Genovesi Barroso
· Estimativa do Esforço de Teste através da Analise de Pontos de Teste (APT), por José Correia
· Outras Formas de Estimar

A participação na palestra Vale 3 PDTS para a renovação da CBTS

Palestrantes:

Cristiane Pelossi Genovese Barroso, CFPS – Certified Function Point Specialist, tradutora para o português do Counting Practices Manual, o guia oficial da Análise de Pontos de Função, proprietária da Softsize e gerente em uma das principais consultorias de TI brasileiras.

José Correia, diretor regional de São Paulo da ALATS, coordenador da Iterasys, 14 anos de atuação na área de TI. Formado em Processamento de Dados pela FATEC, pós-graduado em Gestão Empresarial pela CEETEPs-IPEN/USP, certificado CBTS, CSTE e CTFL, entre outras.

Local: IMAM – Rua Loefgreen, 1.400 – Vila Mariana – próximo a Estação de Metrô Santa Cruz, estacionamento no local (não incluso)

Data: 13 de Maio (quarta-feira)

Horário: 18:30 – 22:00

Inscrições:
– Associados ALATS: R$ 25,00
– Não Associados:    R$ 30,00

Reserve pelo e-mail contato@iterasys.com.br

Bônus: A Iterasys sorteará entre os participantes 1 vale desconto em seus treinamentos no valor de R$ 400,00.

Dúvidas: contato@iterasys.com.br (11) 3254-7625

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Exame IBM 000-370 cancelado no Brasil

Pelo menos por enquanto.

Fiquei sabendo pelo grupo DFTestes, que o exame para a certificação IBM Certified Specialist – Software Quality foi cancelado aqui no Brasil.

E em alguns estados o exame de quem já tinha marcado também foi cancelado.

O meu que eu tinha remarcado para 04 de maio, ainda está marcado lá no site da Prometric. Então, acredito que quem marcou para fazer aqui em São Paulo não teve o exame cancelado.

O exame IBM 000-370 não poderá será mais agendado. Tanto que pelo próprio site da Prometric, você não tem mais a opção de escolha desse exame, caso tenha colocado Brasil como país.

Achei estranha a atitude da IBM, principalmente o cancelamento dos exames das pessoas que já tinham marcado. Mas fiquei sabendo também, que parece que a IBM divulgou o exame no Brasil, para saber como está o mercado, e ver ser é viável aplicar essa certificação aqui.

Ou seja, eles estavam vendo se há demanda no Brasil pela certificação, fato que justifica a gratuidade do exame.

Agora resta aguardar para ver se a certificação voltará. Particularmente, acredito que ela voltará sim, pois bastante profissionais se interessaram, porém nesse retorno ela deverá ser paga.

O bom dessa história toda é o excelente material que foi disponibilizado e divulgado. Eu ainda não li todo (aliás, deveria ter lido, pois a data do exame está chegando… huahua), mas pelo o que estudei até agora, o material tem bastante conteúdo, está bem organizado e é didático.

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O Twitter como meio de comunicação interna

Acredito que a maioria de vocês devem saber da existência, de um tal de Twitter, mas ainda não descobriram uma real utilidade para ele.

De tanto ouvir falar desse Twitter, resolvi ver o que o pessoal tanto faz com nele. E acabei descobrindo que a maioria dos twitteiros (usuários do Twitter) utiliza-o para fazer um auto Big Brother (coisa de doido, neh não!?), principalmente sendo um auto Big Brother da vida pessoal (privacidade é luxo).

Porém, de repente, pensei numa possível utilidade para o Twitter: usar ele para comunicação interna. Afinal, a comunicação interna é de extrema importância em qualquer empresa, e se houver uma nova maneira de torná-la mais dinâmica e acessível, melhor será.

Mas aí surgiu um problema, esse canal de comunicação deve ser privado, e o Twitter é público.

E pesquisando para ver se há alguma maneira de tornar o Twitter privado, descobrir que ele tem uma opção para proteger os meus tweets (nome dado a cada mensagem postada no Twitter). Pronto problema solucionado!

Até começamos a brincar um pouco com ele na empresa. E as primeiras impressões foram boas.

Depois pesquisando um pouco mais sobre o Twitter, encontrei um “irmão” dele, o Yammer, um Twitter para empresas.

Sensacional! O Yammer atingi melhor o objetivo de servir como um meio de comunicação interna, e é mais seguro do que o Twitter.

Ainda não estamos utilizando para valer o Yammer aqui na empresa. Mas acredito que ele possa ajudar na nossa comunicação interna.

Ahh…também acabei entrando nessa onda de Twitter, nele estou falando de tudo um pouco (menos fazendo um auto Big Brother), se alguém quiser conferir, ou melhor me seguir, abaixo se encontra o endereço do meu Twitter pessoal: 🙂

http://twitter.com/FabricioFFC

Dica

Para acompanhar as pessoas e twittar (verbo, ação ou efeito de postar alguma coisa no Twitter), há uma excelente extensão para o Firefox, o TwitterFox, que pode ser obtido no link abaixo:

https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/5081

Saiba mais

Sobre o Yammer

http://www.yammer.com/

http://www.twitterbrasil.org/2008/10/30/um-twitter-para-empresas/

Sobre o Twitter

http://www.twitterbrasil.org

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Impressões do 1º Encontro Mensal da ALATS São Paulo

Ontem em São Paulo das 18:30 às 22:00 ocorreu o 1º Encontro Mensal da ALATS São Paulo, sendo também o 1º encontro de Teste de Software a ser realizado pela ALATS.

Abaixo relato quais foram as minhas impressões sobre essa excelente iniciativa da ALATS.

Expectativa

Antes de falar do encontro em si, é bom falar do eu esperava dele. Bem, eu já estava empolgado pela iniciativa e oportunidade. E o legal desse tipo de evento é que ele acaba sendo menos formal, tem um menor público e é mais  focado, afinal é um encontro.

Primeira impressão

Ao chegar no local do encontro, juntamente com os amigos do trabalho (Daniele Guimarães, Francisco Simões e Rodrigo Ribeiro) ficamos com uma sensação de que parecia que não ia ser AQUELE encontro. Pois havia só mais um outro grupo de umas 4 pessoas no local. E eu pensei que o encontro seria no auditório do IMAM (aliás, o mesmo local em que eu fiz a prova da CBTS). Mas não o encontro ia ser numa salinha ao lado, com espaço para umas 20 pessoas.

Primeira parte do encontro

José Correia, diretor regional da ALATS São Paulo, iniciou o encontro falando um pouco sobre o objetivo desses encontros, que é proporcionar uma forma de contato entre as “ilhas” de testadores de software, pois atualmente há muitos testadores, porém quase todos em “ilhas” e o encontro mensal pode ser uma maneira de aproximar esses profissionais para troca de informações e experiências. E ainda disse que os participantes dos encontros também podem participar do encontro como palestrante.

Logo em seguida, todos os participantes se apresentaram, e foi um dos momentos mais legais do evento.

“Parar tudo!”…”O senhor é um fanfarrão em Fabrício!”…”Dizer que um dos momentos mais legais do evento foi a apresentação das pessoas, é brincadeira…nem quero saber como foi o restante do encontro!”

Que isso, vou explicar melhor porque achei esse momento legal: ao todo tinhas umas 14 pessoas e o José Correia pediu para cada um ser apresentar de forma breve, porém alguns se empolgaram e comentaram um pouco sobre a experiência deles na área (o que foi muito válido). Daí pareceu uma “terapia em grupo” (leia-se TA – Testadores Anônimos), onde um falava sobre determinada situação e  o outro falava que já passou por isso, etc.

Acredito que esses momentos são bem legais, pois sinto que muitas vezes estamos muito bitolados com os estudos e o trabalho, e muitos de nós não tem essa oportunidade de falar sobre o trabalho com pessoas da mesma área (eu mesmo tenho poucos amigos que trabalham com Teste de Software, tirando os amigos do trabalho).

E também estamos em uma era onde lemos muito e discutimos pouco, aliás, esse é um motivo pelo qual esquecemos muitas das coisas que lemos e estudamos.

Agora sobre a primeira parte da palestra, cujo tema era: O ano de lançamento do livro “The Art of Software Testing”, por Glenford Myers. O José Correia abordou com bastante propriedade o assunto, comentando sobre os capítulos dessa obra que é considerada a bíblia do Teste de Software, sempre fazendo comparações com a época de Myers, década de 70, e os anos atuais.

Segunda parte do encontro

Após um belo de um Coffee Break, José Correia continuou a sua apresentação, comentando sobre os capítulos do livro de Myers.E ainda falou sobre o futuro do Teste de Software, tendo como base as 10 tendências de TI (ele citou as de 2008, que ainda são válidas).

O mais legal da apresentação do José Correia foi a maneira (bem otimista) que ele ilustrava o Teste de Software e a sua importância, tanto quando comentou sobre o livro de Myers, como quando falou sobre o futuro da nossa área. Particularmente, também vejo com bastante otimismo o futuro da nossa área 🙂

A conclusão que chegamos ao final da apresentação é que muitos dos conceitos que Myers falava em 1979, ainda são válidos para os dias atuais. Tanto que os livros e certificações de Teste de Software, sempre têm como referência o livro “The Art of Software Testing”. E Teste de Software é uma área que está crescendo e irá crescer ainda muito, pois cada vez será mais necessário testar software.

Quem quiser fazer o download da apresentação, ela está sendo disponibilizada no site da Iterasys, link abaixo:

http://www.iterasys.com.br/downloads/ALATS-SP-Encontro-Mensal-001.pdf

Considerações finais

Com certeza o primeiro encontro da ALATS foi um sucesso! Pudemos compartilhar experiências, conhecer novas pessoas da área e ainda ter uma excelente palestra com o José Correia.

Agora é torce para que esses encontros aconteçam mensalmente mesmo. E para que isso aconteça, também precisamos ajudar. Pessoal participem e divulguem o encontro, quem sabe a próxima já não pode ser no auditório do IMAM e com ele lotado!

Parabéns a ALATS pela iniciativa e a todos os participantes do primeiro encontro, espero que esse seja o primeiro de muitos!!!

Notícias quentes

Além da excelente apresentação e encontro, ficamos sabendo sobre:

  • O BRATESTE 2010 já tem data definida para acontecer! 23, 24 e 25 de março de 2010. Agora serão três dias de evento \O/. E ele será realizado em São Paulo. (aliás, essa informação já está na página principal do site da ALATS);
  • Será feito em 2010 um evento em comemoração aos 31 anos do Teste de Software, no dia 20 de fevereiro;
  • O próximo encontro já tem data marcada. Será no dia 13 de maio de 2009, das 18:30 às 22:30 e será sobre Estimativas. O palestrante ainda é segredo, mas parece que é alguém da ALATS.

Bem pessoal é isso!

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P.S.: O José Correia é o senhor das analogias (quase todas excelentes!!!…as não excelentes foram boas….eu particularmente gosto muito de analogias), aliás, vou até fazer alguns posts, em um futuro breve, sobre algumas delas 🙂 .


Técnicas de Integração de Sistema – Bottom Up

Continuando a série de posts sobre as técnicas de integração de sistema, aliás, preciso parar de começar e não terminar essas séries de posts (a das resoluções de questões da CTFL terminou, pelo menos por enquanto :)).

No último post sobre técnicas de integração de sistema, tínhamos comentado sobre a Top-down. Agora irei falar sobre a inversa da Top-down a Botton-up.

Na técnica Botton-up, a integração do sistema começa com a partir do nível mais baixo do software, ou seja, o módulo. O módulo é dito como o mais baixo nível se ele não depende de outro módulo. A Bottom-Up assume que todos os módulos foram individualmente testados antes.

Para integrar um conjunto de módulos usando a Bottom-Up, nós precisamos construir driver (controlador) que chamará o módulo a ser integrado. Uma vez que a integração de um grupo de baixo nível de módulos tenha sido considera satisfatória, o driver irá substituir o atual módulo e um ou mais drivers serão usados para integrar mais módulos com um conjunto de módulos já integrados. O processo de integração Botton-Up continua até todos os módulos terem sido integrados.

Segue abaixo um exemplo de uma integração usando a técnica Botton-up:

Integração Bottom-up dos módulos E, F, e G

Integração Bottom-up dos módulos E, F, e G

Integração Bottom-up dos módulos B, C, e D com o E, F, e G

Integração Bottom-up dos módulos B, C, e D com o E, F, e G

Integração Bottom-up do módulo A com todos os outros.

Integração Bottom-up do módulo A com todos os outros.

As vantagens da técnica Botton-up são:

  • Permite verificação antecipada de comportamento de baixo nível;
  • Stubs não são necessários;
  • Mais fácil para formular dados de entrada para algumas sub-árvores;
  • Mais fácil para interpretar dados de saída para outras sub-árvores.

As desvantagens da técnica Botton-up são:

  • Os testadores não podem visualizar as funções em nível de sistema a partir de uma parte do sistema já integrada. Aliás, eles não podem visualizar as funções em nível de sistema até o último driver ser colocado;
  • Geralmente, as decisões principais estão incorporadas nos módulos de alto nível. Desta maneira as principais falhas do sistema não podem ser encontradas até que os módulos de alto nível estejam integrados. Logo a verificação de comportamento de  alto nível é retardada.

Após ter visto a técnica Botton-up e a Top-down (aqui), podemos comparar as duas:

  • Validação das principais decisões: Os módulos de alto nível contêm as principais decisões. As falhas na modelagem dessas decisões são detectadas antecipadamente, se a integração realizada é a Top-down. Na técnica Botton-up, essas falhas são detectadas no final do processo de integração;
  • Dificuldade em elaborar os casos de teste: na abtécnica Top-down, como mais e mais módulos são integrados e stubs são utilizados mais distantes do módulo de alto nível, torna-se cada vez mais difícil a elaboração do comportamento do stub e a entrada do teste. No entanto, na técnica Botton-up, um comportamento é elaborado para um driver, através da simplificação de um comportamento de real do módulo;
  • Reusabilidade de casos de teste: usando a técnica Top-down os casos de teste são elaborados para testar a interface de um novo módulo e pode ser reusado para fazer testes de regressão nas próximas iterações. E futuramente os casos de teste podem ser reusados para o teste de nível de sistema. No entanto, usando a técnica Botton-up, todos os casos de testes incorporados aos drivers, exceto o driver para o teste alto nível, não podem ser reusados.

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Fonte:

NAIK, Kshirasagar; TRIPATHY, Priyadarshi. Software Testing and Quality Assurance. Hoboken (New Jersey): John Wiley & Sons, Inc., 2008.

Teste de Integração, Sistema e Aceitação, Alexandre Mota. (link)

Impressões exame CTFL-BSTQB

É pessoal. Hoje das 09:00 às 10:00 fiz o exame da CTFL (Certified Tester – Foundation Level).

Segue abaixo as minhas impressões sobre o exame:

  • Bom nível de dificuldade: naquela média de: 20 questões fáceis, 15 questões de médio/difícil e 5 questões de nível muito difícil;
  • Bem elaborada: as questões eram bem feitas e claras;
  • Pouco tempo: 60 minutos para 40 questões? Pouco! Muito pouco! O tempo foi o maior vilão da prova. Eu que costumo fazer as provas com calma, comecei e terminei o exame a 100km/h e mesmo assim só fui passar as respostas para o gabarito, faltando 5 minutos para o término da prova. Acabei quase em cima do tempo máximo;
  • Revisar é luxo: se você também tem o hábito de revisar as questões, então esquece! Não dá para revisar as questões, devido ao pouco tempo. Eu até tentei revisar umas de tabela de decisão, mas desisti;
  • Enunciados grandes: várias questões eram bem longas, onde apresentavam alguma situação;
  • Códigos e tabelas de decisões: acho que poucas pessoas conseguiram realmente resolver essas questões, devido ao curto tempo. Eu mesmo só analisei a questão e marquei a alternativa mais próxima do que eu achava, ou seja, quase um Cálculo Hipotético Universal de Tempo e Espaço (C.H.U.T.E.).

Bem agora é esperar até no máximo 20 dias para saber o resultado do exame. Espero que ele seja positivo 🙂

Boa sorte a todos que fizeram o exame!!!

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1º Encontro Mensal da ALATS São Paulo

Ótima iniciativa da diretoria de São Paulo da ALATS!

Acredito que encontros assim, são excelentes oportunidades para aumentar o famoso networking, assim como está a par das novidades e discussões, referentes a nossa área. E porque não, uma “terapia” em grupo, afinal nesses momentos percebemos que não é apenas a gente que passa por determinados problemas e situações.

Espero que esse seja o primeiro de muitos encontros!

Eu pretendo ir (quase certeza). 🙂

Segue abaixo mais dados sobre o encontro, recebidos por e-mail:

A Diretoria Regional da ALATS em São Paulo convida para o seu 1º Encontro Mensal.

Objetivo: Aumentar o contato entre profissionais da área de Teste de Software e Garantia da Qualidade, bem como estimular a troca de conhecimentos, experiências e práticas de sucesso.

Tema do Encontro: A Arte de Testar Software: 30 anos Depois e Além

Agenda:
18:30 Credenciamento
19:00 Início da Palestra
20:00 Coffee break
20:30 Continuação da Palestra
21:30 Espaço aberto para perguntas sobre Teste de Software, ALATS e certificação CBTS
22:00 Encerramento

Conteúdo da Palestra

  • 1979: O ano de lançamento do livro “The Art of Software Testing”, por Glenford Myers
  • 30 Anos de Teste de Software
  • Quais conceitos da obra são válidos até hoje?
  • Qual o futuro da área da Qualidade?

A participação na palestra Vale 3 PDTS para a renovação da CBTS
Palestrante:
José Correia, diretor regional de São Paulo da ALATS, coordenador da Iterasys, 14 anos de atuação na área de TI. Formado em Processamento de Dados pela FATEC, pós-graduado em Gestão Empresarial pela CEETEPs-IPEN/USP, certificado CBTS, CSTE e CTFL, entre outras.

Local: Em definição (próximo ao Metrô)

Data: 16 de Abril (quinta-feira)

Horário: 18:30 – 22:00

Inscrições:
– Associados ALATS: R$ 25,00
– Não Associados: R$ 30,00

Reserve pelo e-mail contato@iterasys.com.br

Bônus: A Iterasys sorteará entre os participantes 3 vale desconto em seus treinamentos no valor de R$ 400,00/cada.

Dúvidas: contato@iterasys.com.br ou (11) 3254-7625

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