TCC

Ufa! Finalmente consegui terminar o meu TCC (\O/), cujo nome  é: Interface Homem-Máquina: Melhores Práticas de Usabilidade. Ele foi o motivo desse mês pouco produtivo de posts, afinal não consegui fugir da praxe do mês da entrega do TCC, conhecido também, como mês anti-social (rsrs), no qual perdemos finais de semana e noites em claro, fazendo o bendito trabalho de conclusão de curso. Por sorte, não precisei perder noites de sono, apenas algumas horas.

Mas como dizem: “entre mortos e feridos, salvaram-se todos”. E estou de volta, a um dos meus lazeres preferidos que é escrever (tem doido para tudo mesmo), se bem, que nesse mês o que mais fiz foi escrever, e não posso deixar de admitir que apesar de tudo foi divertido fazer o TCC, além de ter sido uma experiência nova. E com certeza ele renderá vários posts, pois acredito que a Usabilidade é um requisito de Qualidade de Software que merece maior preocupação e atenção.

Bem, vou parar por aqui, senão vou ter que criar mais uma categoria: “Fala que eu te escuto”.

Esse post foi mais para dizer que estou vivo e em breve estarei de férias escolares (desta vez eterna, pelo menos do curso de ADS da FTT), e poderei dedicar mais tempo para o QualidadeBR. Espero que vocês continuem acompanhando, pois haverá novidades!

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Mercado atual – Teste e Qualidade de Software

Pessoal, dando uma passada no blog do GUTS encontrei uma interessante apresentação do Fernando Scarazzatto com o seguinte título “O Panorama do Mercado de TI e da Profissão de Testador de Software no Brasil”. Um dos assuntos abordados pelo Fernando na apresentação é a situação atual do mercado de TI, tendo em vista a área de Testes e Qualidade. Abaixo, comento sobre cada um dos itens citados nesta parte da apresentação:

  • Carência de profissionais especializados em testes de software – esse é um fato comum em diversas áreas de TI, por mais que pareça estranho em um país como o Brasil. E na área de teste de software é ainda mais comum, pois a maioria das faculdades e universidades ensinam como programar, mas não como testar. Além disso, muitas pessoas ainda desconhecem a área de Testes de Software.
  • Carência de ambientes estruturados para a execução dos testes – uma característica notável, principalmente em empresas que recentemente implantaram o processo de Teste de Software. O “jeitinho brasileiro” faz com que os profissionais realizem testes em ambientes bem diferentes do de produção, o que pode acarretar na descoberta de diversas falhas somente em produção.
  • Cobertura de testes insuficientes em relação as funcionalidades e adequação aos requisitos – em algumas empresas a etapa de testes é pensada somente no momento do desenvolvimento, quando não somente no final. O correto seria ela já se planejada e esperada na elaboração dos requisitos, pois muitos requisitos e funcionalidades acabam tendo um baixo valor de testabilidade, dificultando e até impossibilitando a realização do teste.
  • Alto índice de não atendimento aos requisitos – quando perguntamos a um tester se o que ele testou está de acordo com o requisito, ele poderá nos surpreender com a seguinte resposta “Que requisito?”. Tal fato não é difícil de ser observado, pois os requisitos são “traduzidos” muitas vezes durante o desenvolvimento de um software. Por exemplo, o critério de aceitação de um teste poderá estar totalmente diferente do requisito de uma determinada funcionalidade.
  • Informalidade do processo de testes (em geral executados pelos próprios desenvolvedores) – quando não há um processo de teste bem definido, o risco dos testes serem executados de maneira informal é grande, principalmente quando executados pelos próprios desenvolvedores, já que esses, geralmente, não possuem um conhecimento sobre o processo de teste.
  • Baixa relevância atribuída ao processo de testes – as empresas ainda tem percepções arcaicas do processo de teste, achando que ele irá apenas gerar mais custo e gastar tempo. Quando na verdade, ele é fundamental no processo do desenvolvimento e implicará no aumento da qualidade do produto final.
  • Necessidade de abordagem de teste diferenciada para novas tecnologias – novas tecnologias estão sempre surgindo e com ela novas abordagens de testes se fazem necessárias. Desta maneira, a Engenharia de Software está sempre em constante evolução e melhoria, e a área de Testes que é um dos ramos da Engenharia de Software também se vê necessitada de novos processos, métodos e artefatos.

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Fonte:

“O Panorama do Mercado de TI e da Profissão de Testador de Software no Brasil” – Fernando Scarazzatto