Qual o futuro do Teste de Software?

Na 11ª Mesa Redonda DFTestes o tema discutido foi “Qual o futuro do Teste de Software?”, e teve 13 respostas e 8 participantes, sendo eles: eu, Sarah Pimentel, Shmuel Gershon, Talita de Oliveira, Felipe Silva, Marcelo Andrade, Elson Oliveira, Eduardo Gomes e o Aderson Bastos.

A discussão foi bem interessante e todos que participaram, fizeram boas colocações sobre o assunto. Mas não pense que utilizamos bolas de cristais e afins, todas as “previsões” foram baseadas no feeling de cada um, experiências vividas e opiniões próprias. Afinal, não somos da área esotérica, e sim da de Teste de Software.🙂

A seguir segue a discussão íntegra, isso mesmo, dessa vez estou colocando a discussão na íntegra. Boa leitura!🙂

Qual o futuro do Teste de Software?

O Shmuel Gershon fez o seguinte “horóscopo” para a próxima década do Teste de Software:

O alinhamento dos planetas mostra muitas boas oportunidades a sua frente. Todas elas são boas, mas saiba escolher — lembre-se de escolher a que melhor encaixa no seu contexto. Seus amigos são uma ótima fonte de conhecimento e experiência, use e abuse, e também retribua com sua própria contribuição.

Cuidado com poções mágicas, que são muitas e normalmente são falsas promessas ou a mesma água com açúcar. Cuidado também com soluções padronizadas, pois o que funciona em um lugar pode não funcionar para você. Não deixe ninguém trivializar seu valor e seu trabalho.

Mantenha sempre seu bom humor e boa vontade, mesmo que o príncipe encantado não venha com sua bala de prata (e não vai vir). Na falta de príncipe encantado, faça de seus colegas, supervisores e clientes seus melhores parceiros.

A Talita teme que o futuro possa não existe:

Temo que o futuro dos testes de software sejam desenvolvedores com função de analista de testes, ainda sem ter o conhecimento de um tester. Digo isso porque as empresas estão cada vez mais querendo programadores para entitular como analistas de testes.

A Sarah comentou sobre a preocupação da Talita dizendo:

Na minha opinião tem e vai continuar tendo espaço pros dois. Como o Jorge Diz profetizou nas respostas da última mesa redonda de automação, os agilistas estão reconhecendo a importância dos testes context-driven.

Segundo a evolução da história em qualquer âmbito, a primeira fase da história define padrões. A segunda nega esses padrões. E a terceira tende a tentar conciliar os padrões. Temos empresas em todas as fases. Acredito que a tendência seja um equilíbrio entre testes manuais e automatizados.

O Marcelo Andrade deu a sua opinião dizendo:

Se previsões fossem boas, Mãe Diná seria presidente da república, mas não custa nada. Vamos lá.

Tentando ser o mais objetivo possível:

– Crescimento de técnicas de desenvolvimento dirigidas por testes até a total indistinção entre estas e as tarefas de codificação.

– Aumento da importância de testes de usabilidade, acessibilidade, etc.

– Fim dos diversos papeis de testers. Busca cada vez maior por especialistas-generalistas.

Tentando dar um pano de fundo, lembro-me de uma excelente palestra do prof. Silvio Meira no SBQS 2007 sobre o futuro do software em que ele apontava a necessidade que há de se superar a questão da qualidade.

A pergunta se “o software funciona” estará ultrapassada. O software DEVE funcionar E ser confiável, robusto, extensível, etc. Será um pré-requisito. Tende-se a enxergar software não mais como produto intangível mas como serviço. As pessoas manipularão software, interagirão com ele, o utilizarão como insumo para criar software de mais valor, como uma cadeia produtiva (o exemplo que ele citava era do café -me foge a palavra agora- impensável se fazer um bom drinque de café de qualidade se não havia qualidade lá no grão, na planta, ou mesmo no solo).

Numa linha mais tecnocrata, não lembro se foi aqui que alguém citou as “vacinas contra bugs”. O tal do Dimmunix[1]. Talvez seja até uma aposta para o futuro também. Mas hoje acho muito difícil fazer previsão quanto a isto no momento.

[1] http://sitefrost.com/showthread.php?tid=18212&pid=148022#pid148022

A Sarah Pimentel fez um comentário bem interessante e com bom humor dizendo:

Mãe Sarah diz “Eu vejo… Eu vejo claramente!!!! Está muito nítido!!!😀 O profissional que investir em si, investir em conhecimento seja em cursos ou em certificações, aquele que valorizar suas experiências, buscar enriquecer suas experiências.. Esse SEMPRE terá seu lugar” — agora cansei… esse negócio de prever o futuro é muito cansativo. Mas se você gostou da minha previsão pode depositar 1,00 na minha conta😀

O Eduardo Gomes também deu a sua opinião sobre o futuro do Teste de Software:

Vejo o mercado de testes de software crescendo com muita velocidade nos últimos anos.
Há 3 ou 4 anos atrás, poucas empresas tinham equipes de teste independentes bem estruturadas. Hoje vemos essa estrutura se multiplicar, tanto em empresas que trabalham com desenvolvimento, como naquelas que utilizam os serviços de fábricas de teste para validar as aplicações desenvolvidas por terceiros.

A terceirização de serviços de teste é uma forte tendência, complementando a capacidade de teste interna das organizações. A especialização conseguida com as estruturas de fábrica trazem muitos benefícios para o contratante, principalmente na escalabilidade no atendimento de suas demandas e na independência dos testes em relação ao desenvolvimento.
Com esse mercado aquecido, as empresas investirão maior esforço na seleção de seus times, pois aquelas que estiverem melhor estruturadas, vencerão a corrida pelos melhores contratos.

Por outro lado, os profissionais de teste também deverão investir mais em sua empregabilidade. Nesse aspecto, as certificações serão um grande diferencial, principalmente aquelas que conseguirem distinguir profissionais com maior conhecimento e experiência.

Venho comentando há tempos com alguns colegas, que o teste é o carro chefe para a melhoria de muitos processos. É um processo que catalisa uma mudança cultural nas organizações, na direção de uma busca contínua pela qualidade.
É bonito ver isso acontecendo com a nossa área e saber que fazemos parte desse movimento!

Os centros de teste devem aumentar? Deve haver mais empresas focadas apenas no teste? As empresas vão contratar uma empresa pra desenvolver e outra pra testar?

O Felipe Silva pensa que:

Devido ao crescente número de empresas que estão se formando, que sim, haverá mais empresas focadas apenas no teste ou que terão um setor/departamento só para vender serviços de testes, o mercado já está pedindo isso, e sim o mercado diante dessa situação vai procurar uma empresa para desenvolver e outra para testar (isso já acontece com meu cliente), pois muito clientes pensam que se você contrata uma empresa diferente para testar é mais confiável do que um teste feito por quem desenvolve.

Essa é uma excelente pergunta e bem difícil de ser respondida, mas como o intuito das respostas é trazer impressões e previsões pessoais e não profecias, me arrisco a dizer que:

Os centros de teste devem aumentar?

Eu arriscaria a dizer que com certeza🙂

Pois estamos a cada dia aprendendo a fazer software de uma forma melhor, e os clientes a cada dia que passa, exigem mais, portanto ter um “centro de teste” será fundamental para manter a competitividade das empresas.

Deve haver mais empresas focadas apenas no teste?
Sim, devem aumentar as empresas especializadas em Teste de Software, já que esse é um nicho de mercado que ainda não é muito bem explorado.

Embora eu tenha algumas opiniões contra a terceirização do Teste de Software (mas vou deixar pra falar mais sobre isso, em uma próxima mesa redonda 🙂 )

As empresas vão contratar uma empresa pra desenvolver e outra pra testar?
Isso depende muito do produto que está sendo desenvolvido, e do foco da empresa de desenvolvimento.

Mas com o crescimento do número de empresas especializadas em Teste de Software, isso pode se tornar uma tendência.

A Sarah Pimentel acredita que:

Não acredito tanto em um grande crescimento dos centros de teste, isso porque o papel do teste tem estado muito próximo ao do desenvolvedor e não vejo o cenário de alguém contratar uma fábrica de testes pra eles se “infiltrarem”😛 nas empresas de desenvolvimento para acompanhar os desenvolvedores. Acredito que esse papel vai passar a ser mais desenvolvido dentro das próprias empresas de desenvolvimento. Isso para testes de sistemas. Já para homologação e projeto de teste de aceitação (após os testes de sistema das empresas desenvolvedoras), vejo uma tendência de envolver testes externos.

O Elson Oliveira acredita que:

Os centros de testes vão aumentar pois, como já foi dito aqui, a exigência por qualidade tende a aumentar junto com a complexidade dos sistemas. Portanto, vão aumentar e as fábricas de testes vão se segmentar em subáreas. Teremos especialistas em testes de segurança, especialistas em usabilidade/acessibilidade, especialistas em negócio/funcionalidade, automação, performance etc. As dimensões de qualidade definirão novas equipes e o  software terá que levar o carimbo de todas essas equipes pra entrar em produção.

As empresas vão aprender a selecionar profissionais de teste?

O Felipe Silva respondeu dizendo:

Não, acho que 10 anos é pouco para mudar isso, e como tudo está mudando muito em questão de processos e metodologias creio que muitas empresas vão tentar não só mudar o modo de seleção de profissionais de testes, mas também de outras áreas.

Eu acredito que sim, pois hoje mesmo, já vemos vagas com uma boa descrição, e com o amadurecimento das áreas de Teste de Software irá exigir profissionais mais qualificados. Além disso, o processo seletivo será cada vez mais seletivo (rs) e a participação de pessoas da área de Teste de Software no mesmo, irá contribuir para uma seleção mais eficiente.

Segundo a Sarah Pimentel:

Fé amigos!😀 Mas acho que vão sim. É que o tema da outra mesa redonda “testar é tão fácil que ate a minha mãe testaria”, ainda está na cabeça de leigos. Mas tenho visto empresas melhorando sua seleção justamente porque antes achou que podia contratar “qualquer um” e tá colhendo os frutos disso. Agora estão melhorando sua seleção. Também os grandes centros já tem formas fantásticas de avaliar criatividade e conhecimento.

Para o Elson Oliveira:

Sim e já estão aprendendo. Muitas empresas já fazem provas de seleção visando contratar profissionais – inclusive tal assunto já foi discutido aqui –  que já possuam conhecimentos teóricos específicos na área de testes. Atualmente somos mais respeitados no mundo corporativo e os “aventureiros” na área entrarão em extinção.

Para o Shmuel Gershon:

Sim, mas para isso as empresas antes vão entender o que os testers fazem, e o que elas querem deles.

O espaço para testers que não sabem programar vai diminuir?

Para o Felipe Silva:

Sim, creio que sim, com o avanço da necessidade por automação nos processos, será necessário saber programar em todos as funções, umas menos outras mais (isso já está acontecendo e tende a expandir para as outras empresas)

Na minha opinião comparando com o presente momento, acredito que sim, mas mesmo assim irão existir vagas para testers que não sabem programar, assim como ainda hoje, há espaço para programadores que não sabem programar (acho que foi desnecessário esse último comentário rs).

Para a Sarah Pimentel:

Não vai sumir. Mas vai diminuir sim. Entretanto o papel de analista (que também pode ser feito por alguém que sabe programar) sempre será essencial.

Segundo o Elson Oliveira:

Quase certo que sim. Os profissionais  que gostam de programar não terão necessariamente que fazer parte de uma equipe de desenvolvimento. E estes se tornarão peças importantes para um equipe de teste e por possuírem esse skill poderão e serão mais valorizados. A habilidade de programação de um tester será sempre bem vinda nos ambientes de testes onde precisamos a todo instante testar com mais rapidez e com níveis cada vez maiores de  cobertura. Em outras palavras, a habilidade de se fazer um computador trabalhar pra você, ao menos naquelas tarefas repetitivas, onde se gasta muito tempo e pouco intelecto, com certeza é e será de grande valia, seja no contexto do teste ou em qualquer outro. Entretanto, os testes manuais obviamente nunca terão fim. O profissional criativo com excelente perfil investigativo sempre terá seu espaço.

As instituições certificadoras de profissionais vão convergir para um BOK único? Ou vamos continuar com definições variadas de termos?

Segundo o Felipe Silva:

Talvez, acredito que vamos ter uma melhoria, mas não que teremos termos únicos de uma vez por todas, são muitas instituições à nível mundial, o que dificulta tudo isso, mas é possível se quiserem.

Eu acho muito difícil, o que acho possível é os profissionais tentarem focar em só uma instituição certificadora.

A Sarah Pimentel deu a sua opinião dizendo que:

Gostaria, mas também acho improvável que isso um dia aconteça.

Na opinião do Elson Oliveira:

Provavelmente. Acredito que uma instituição vai se destacar no mercado, tendo dessa maneira maior aceitação e consequentemente maior procura. Mas ainda vai ter muita briga!!

Para o Shmuel Gershon:

1) Imagino que não, pois a BOK de cada certificação é parte de sua política e tem bastante ego envolvido.
2) Espero que não, pois uma das falhas das instituições certificadoras é acreditar que existe um BOK único que deve ser seguido por todos. Ao menos ao ter diferentes BOK por diferentes escolas, fica fácil entender que existem vários métodos descrever uma mesma coisa.
Essa ambiguidade é boa pois nos da flexibilidade de adaptar nossa pratica a realidade de cada empresa.

As faculdades vão incorporar a cadeira de Testes nos seus currículos?

O Felipe Silva disse:

Sim, vejo as faculdades sempre mudando sua grade de cursos de acordo com a necessidade do mercado também, muda até de cidade para cidade, acho que teremos duas situações nesta década, faculdades oferecendo pós em testes de software e outras faculdades incluindo a disciplina de testes dentro de suas grades no cursos base (sistemas de informações/engenharia da computação/ciências da computação, etc)

Na minha opinião sim, o mercado de Teste de Software a cada ano cresce mais, e isso demanda de profissionais qualificados, e ações como a feita pelos diretores adjuntos da ALATS-SP, por exemplo, que visitam faculdades e instituições para palestrar sobre Teste de Software, irão ajudar o meio acadêmico a enxergar a nossa área, e que entender a importante de haver matérias sobre a área na grade curricular dos cursos.

Além disso, novos cursos de pós-graduação devem surgir para a nossa área.🙂

Segundo a Sarah Pimentel:

Certamente. Varias ações estão sendo realizadas nesse sentido e a faculdade também precisa de clientes. Para atender seus clientes eles tem que se adaptar.

Para o Elson Oliveira:

Ainda não incluíram?? Pois já deviam ter incluído na graduação. De qualquer forma, já existem bons trabalhos no nível de pós-graduação em nossa área.

O Shmuel Gershon imagina que:

Imagino que sim.
Mas não tenho certeza de que é uma boa notícia, pois a maior parte currículos voltados para testes que eu vi são baseados nos syllabus de certificações, o que trivializa um pouco nosso trabalho.🙂

Quais evoluções poderemos ver no processo de Teste de Software?

Levando em consideração que o processo de Teste de Software, precisa ir na “balada” do processo de desenvolvimento.

Eu vejo que o processo de Teste de Software irá cada vez está focado na prevenção de defeitos.

Com o crescimento das metodologias ágeis iremos atuar muito mais próximo do desenvolvimento do produto e precisaremos nos adaptar a essa mudança, pois não haverá o time de desenvolvimento e o time de testes, haverá só um time (embora, eu ache que em alguns cenários é necessário a presença de um time de validação fora do time de desenvolvimento).

A garantia da qualidade não será uma responsabilidade apenas da área de Teste de Software, e sim de todos os envolvidos no projeto, e o teste será uma atividade enraizada no processo de desenvolvimento.

Com a automação dos testes unitários e de integração, iremos poder dedicar mais tempo a testes mais complexos e avaliar melhor outras características do software como usabilidade e segurança.

Resumindo, o processo de Teste de Software será menos reativo e mais pró-ativo, irá participar fortemente do desenvolvimento do software e terá maior contato com o cliente/analistas de negócios.

Para a Sarah Pimentel:

O teste faz parte do ciclo de desenvolvimento, então acompanha as tendências das metodologias seguidas. Com a moda agile agora, há mais interesse em automação e o modelo V tem sido praticado melhor, com os testes acontecendo junto com o desenvolvimento do projeto. A tendência é continuar acompanhando os modelos de desenvolvimento. Pro teste a tendência é ir se adaptando cada vez melhor ao entendimento que as pessoas vão tendo do agile.

Como será o profissional de Teste de Software do futuro? Quais conhecimentos ele precisará ter, a sua atuação irá ser concentrada aonde, etc?

O profissional de Teste de Software será um profissional generalista, terá que ter bons conhecimentos programação, banco de dados, arquitetura, metodologias de desenvolvimento. O profissional poderá ir mais para o lado técnico, o que irá exigir os conhecimentos citados, mas também poderá atuar mais no lado do negócio, e neste caso necessitará ter excelentes conhecimentos do negócio e boas características pessoais e de negociação.

A sua atuação será mais próxima ao time de desenvolvimento, e com isso ele irá aprender melhor sobre essa área e as tecnologias utilizadas.

Segundo a Sarah Pimentel:

Corroborando com o que falei na outra pergunta, o foco em prevenção tende a ser cada vez maior. Quanto melhor a sua criatividade e lógica para acompanhar o desenvolvimento do software, melhor.

O Felipe Silva ainda adicionou duas novas questões, e respondeu-as.

E o mercado de trabalho, estará como para a geração de vagas na área de testes?

O mercado estará faminto, muitas vagas em abertas, porém este mercado também estará mais exigente, certificações, experiências com ferramentas, conhecimento em programação, qualidade, processos, vai ser mais trabalhoso para alguém que é de fora da área entrar para área e pra quem já é de dentro será necessário se adequar para não sair dele, vejo também um boa oportunidade para nascimento de novas empresas de testes e treinamento.

E as empresas já existentes que desenvolvem e testam seus próprios sistema, haverá alguma alteração?

Sim, inicialmente as empresas que trabalham para o setor público já estão tendo que separar os times de desenvolvimento e testes, pois algumas licitações já pedem estes serviços separados fazendo um edital para da time, as outras empresas também devem seguir a onda, pois se verem que a terra é fértil iram tentar plantar suas sementes também, com oportunidades de trazer projetos de testes para dentro de suas empresas irão treinar seus profissionais para qualificá-los para este tipo de serviço, nesse rumo muitas empresas vão rever a automação como diferencial (que em breve vai deixar de ser diferencial) na venda de seu serviço de teste à um novo cliente, vejo também processos sendo revistos, pendendo à metodologia ágil, empresas mudaram o que for preciso para se mostrarem mais rápidos, confiáveis e baratos em relação à seus concorrentes.

Saiba mais:

Segue abaixo, algumas publicações que foram referenciadas sobre o assunto, durante a mesa redonda:

Artigo do Aderson Bastos – Potencial do mercado de testes de software

Sistema imunológico para computadores

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