Automatização de testes em duas rodas

Ontem eu fiquei sabendo pelo twitter da Fernanda Thiesen a seguinte notícia: “Robô motoqueiro

Particularmente achei muito legal a notícia! Pois ilustra vários fatos, que também ocorrem no mundo do Teste de Software:

  • Teste é essencial! Ou você acharia que a Castrol iria investir (não gastar!) milhões de dólares para contratar mais de 120 cientistas e engenheiros para desenvolver o Flossie;
  • Automatizar os testes não é uma tarefa fácil! E um dos grandes problemas é não ter a ferramenta certa para a sua aplicação;
  • Há testes que somente podem ser feitos de forma automatizada;
  • Os testes de performance são de grande importância, pense nisso!
  • A coleta das informações e a análise é essencial para uma boa execução de um teste de performance!
  • Diversos tipos de testes podem ser realizados de acordo com a aplicação. A Castrol faz até teste de portabilidade!
  • Testes manuais ainda são necessários! Há cenários que somente o ser humano é capaz de realizar o teste de forma eficaz e satisfatória;
  • Testar de forma efetiva é um diferencial competitivo!

Acredito que a Castrol é um excelente estudo de caso sobre testes automatizados. E um dos pontos que acho mais interessante é fazer a “engenharia-reversa” da situação deles, para saber qual problema originou a criação do robô. Eles devem ter percebido que somente com testes automatizados, seria possível realizar testes de performance de uma maneira mais eficaz, e como essa tarefa não teria como ser feita nem pelo Valentino Rossi, a solução para o problema seria construir o Flossie. Ou seja, para automatizar os testes eles tiveram que desenvolver a sua própria ferramenta.

Flossie

Aproveitando o assunto, no Brateste desse ano pude conferir um braço mecânico que pode usado para testar software. Isso mesmo! Ele é capaz de interagir com um teclado, por exemplo. E conversando com o Marco Bassi, CEO-Grupo HDI, que investiu e incentivou o projeto, ele me disse que o braço mecânico pode automatizar uma série de testes, e abre novas possibilidades para a automatização dos testes. Um exemplo citado por ele foi de um teste com caixa-eletrônico, onde uma das ações necessárias era inserir o cartão, e que antes do braço mecânico só era possível com a ajuda de uma pessoa.

E a moral dessa história toda, é que às vezes ainda precisamos reinventar a roda, pensar em soluções criativas e inovadoras! 🙂

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Fonte:

http://www.castrolmoto.com/en/home.php

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